Um pouco da minha vida.

E meus pensamentos...

Salve Jorge

Posted by on Nov 3, 2014 in Maternidade, Meu Filho, Parto | 0 comments

O relato de parto do Jorge foi um pouco diferente, além de escrever sobre esse momento incrível também falei sobre ele no programa Gravidinhas & Mãezinhas na TV, que coloco aqui em baixo.

O relato está no site do G&M, quem quiser ler tudo é só clicar aqui.

Para assistir ao relato basta ir ao minuto 19:07 do vídeo:

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3.5

Posted by on Oct 20, 2014 in Maternidade, Pensamentos, Vivi | 0 comments

Eles chegaram, vieram de mansinho e estão ai: os 35 anos.

Hoje sou casada há mais de 5 anos, com o marido que aguenta minhas chatices, com quem divido as alegrias e tristezas, meu companheiro. Juntos tivemos 2 filhos lindos, que muito me orgulho e me trazem tantas alegrias (e olheiras tb).

Mudei de vida, de cidade, de emprego, tudo a fim de ter uma qualidade de vida melhor, mais tempo para a familia. Não é fácil, nem tudo são flores, mas vejo que perderia muito mais se não tivesse feito esta escolha. Crescer é assim, abrir mão de algumas coisas e ganhar com outras.

Chego aos 35 anos feliz, realizada, inteira, que venham mais 35 (será que chego lá?).

Para finalizar deixo uma música da Sandy (é, com 35 e citando Sandy) que tem tudo haver com como me sinto.

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Mastite, não desejo para ninguém

Posted by on Oct 16, 2014 in Maternidade, Vivi | 0 comments

Estou saindo de uma mastite, ainda não estou 100% mas já terminei meus 7 dias de antibiótico.

Ano passado a esposa de um amigo teve que ficar internada por dias com infecção generalizada decorrentes de uma mastite, por isso sei que essa inflamação não é brincadeira.

Tive mastite com o Lucas, mas ele já tinha 8 meses, uma boca grande e já sabia mamar direito, então foi chato, mas não tão dolorido.

Agora com o Jorge aconteceu quando ele tinha apenas 14 dias, totalmente dependente do peito e da amamentação, fora que agora tenho dois filhos para olhar e cuidar. Sem contar que minha doula / amiga / consultora de amamentação estava em suas merecidas férias.

Chorei nas madrugas, quando a dor era maior, entoava o mantra materno “Vai passar”e buscava forças (e amigas) para continuar amamentando, pois cheguei perto de desistir tamanha dor. Bom que hoje tenho um grupo de amigas que me deu força (valeu Marilia, Flávia, Josi, Ana, Fê e Ju), que fez compras para mim (valeu Josi), que me trouxe comida (Ana que dádiva foi ter aquelas guloseimas no primeiro dia) e que me deu orientação (Zio, sempre tão prestativa). Nem vou falar da GO que respondeu todas minhas mensagens e ainda deixou a receita do ATB aqui em casa. E a mão salvadora da prima / doula / consultora de amamentação que veio aqui me salvar no final do domingo. Meninas, essa rede de ajuda e carinho que me mantiveram firme (além do marido). Minha mãe veio me salvar no fim de semana, para dar uma distraída no Lucas.

O banco de leite também foi importante, mais uma vez, mas a crise rolou mesmo no fim de semana, quando eles não atendem, então tive que recorrer a outras ajudas.

Hoje sei porque as mulheres desistem, porque provavelmente não tem essa ajuda, não tem esse amparo. Procure grupo de mães e mulheres pró amamentação na sua cidade, faça amizades que são verdadeiras, que podem te dar uma (ou muitas) mão num momento difícil, mas não desista de amamentar, por mais que doa, vai passar (na hora não parece), seu leite é sempre o melhor alimento para seu filho. Conheça e procure o banco de leite, é gratuito, elas tem muito conhecimento.

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Mudança repentina

Posted by on Oct 8, 2014 in Meu Filho, Vivi | 0 comments

Estava uma tarde de quinta feira tomando uma limonada suiça com minha amiga Cecília quando meu telefone toca dizendo que o Lucas tinha conseguido a vaga na escola pública.

No começo do ano tinha solicitado uma vaga para ele na EMEI aqui do bairro, muito boa, com ótimas referências, mas já tinha perdido a esperança de conseguir a vaga para o ano de 2014. Mas nos 45 do segundo tempo a vaga surgiu e decidimos pegar.

Ele deveria começar a adaptação na terça da semana seguinte e assim foi. No primeiro dia eu pude acompanhá-lo até a sala, ele corou muito, não queria entrar, ficamos ali apenas 2 horas, mas não foram momentos muito agradáveis. Me senti mal, questionei a minha decisão, lembrei do quão difícil foi a adaptação dele na primeira escola e como ele amava seus amigos, as tias e enfim pedia para ir a escola.

Chorei, estava grávida de 40 semanas, fazendo uma mudança radical na vida do Lucas em um momento já cheio de mudanças. Conversei com o Pedro, me acalmei para poder seguir forte na decisão e para ajudar meu filho a vencer mais aquela etapa da vida.

No segundo dia da adaptação ele chorou na porta da escola e eu fui esperar as 2 horas passarem lendo na secretaria. Chorei de ouvi-lo chorar, mas quando ele saiu feliz, deu tchau para a tia nova e estava com a blusa suja de melancia sabia que ele iria conseguir. Nesse dia Jorge nasceu a noite e eu tive que deixar de lado a adaptação da escola. Minha mãe que levou e buscou nos demais dias.

Talvez tenha sido a melhor coisa que aconteceu, pois não ficou associada a adaptação a mim, quando a mãe tá junto parece sempre mais penoso para eles.
Já tem 2 semanas que ele frequenta a escola nova, agora fica o dia todo. Eu morro de saudade, mas mudei nosso horário de brincadeiras e bagunça para depois da escola.

Estamos nos adaptando a nova vida, com irmão, escola e horários novos, mas muito felizes de nossas decisões.

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Parir, um caminho a se trilhar

Posted by on Oct 7, 2014 in Grávida, Parto | 0 comments

Quando estava grávida do Lucas busquei me informar, consegui uma médica que fizesse PN (raridade), um pediatra que entregasse meu filho para mim e permitisse que ele mamasse assim que nasceu (raridade 2), mas hoje vejo todas as falhas que aconteceram no parto dele e vejo que poderia “consertar” neste segundo parto.

Queria um parto natural, sem intervenções, sem puxo induzido, sem anestesia, sem jejum, com meia luz, com amor, com respeito. Quero meu filho comigo o tempo todo, até para tomar suas primeiras vacinas, não gostaria que ele recebesse nitrato de prata em seus pequenos e sensíveis olhos. Não é pedir muito, é?

Para conseguir isso poderia tentar um parto domiciliar, mas acabamos descartando isso por morarmos no ovo, onde não caberiam as parteiras, nós, a doula, a banheira. Lembro que nem a bola de pilates entrou nos chuveiros aqui de casa…

Excluída a possibilidade de parir em casa passei a considerar a Mater, maternidade do SUS que vem investindo cada dia mais na humanização de seus profissionais, mas lá funciona em esquema de plantão e você pode pegar um médico intervencionista.

Considerei também ir a São Carlos, mas fico receosa de ser um parto rápido e não dar tempo de chegar… Se escolhesse essa opção teria que ter um plano B para Ribeirão também.

Ai fiquei sabendo que a UNAERP (faculdade aqui da cidade) abriu uma Casa de Parto, que é atendida por equipe do SUS (assim como a Mater), mas que pode ser acompanhada pelo profissional a sua escolha (caso ele seja credenciado lá). A Dra. Flávia Junqueira, que é a G.O. que vem me acompanhando, está fazendo alguns plantões nessa casa de parto e me convidou para conhecer o espaço. Fui conhecer e achei a estrutura muito bacana, vejo muito potencial, mas não poderia levar outros profissionais como o pediatra e como não quero intervenções no bebê fiquei receosa.

Uma outra opção surgiu ao conversar com minha querida amiga Flávia, G.O. que pariu lindamente em sua casa e abraçou a humanização, onde ela se ofereceu para fazer meu parto e meus olhos se encheram de lágrimas, de gratidão e essa passou a ser a melhor opção para mim, a que mais me agradava.

Para ter meu pequeno com a Flávia tive que considerar outras coisas, como o hospital. Comecei a reconsiderar Sinhá (onde tive o Lucas), que tem evoluído na humanização e com a equipe certa podemos ter um parto fodástico dentro de uma instituição não tão legal assim. A equipe está formada pela Dra. Flávia, Dra. Mariana como pediatra e a Thaiane como doula, não consigo visualizar equipe melhor em Ribeirão hoje em dia. É esperar a hora chegar.

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Desfralde total?

Posted by on Sep 17, 2014 in Meu Filho, Pensamentos, Vivi | 0 comments

Alguns meses após o desfralde ter acontecido tivemos nossa primeira noite sem fralda.

Quando o pai foi colocar o Lucas na cama e sugeriu que era hora de colocar a fralda, o Lucas disse que não queria, que iria ficar de cueca. Pronto, desfraldamos completamente.

Ele tem feito xixi antes de deitar, lá pela meia-noite e depois só quando acorda, e olha que ele bebe bastante líquido depois que chega da escola.

Vendo que ele pediu para ficar sem fralda, que o desfralde total aconteceu naturalmente percebo que a melhor coisa que fiz foi esperar e respeitar o tempo dele, se tivesse insistido naquela primeira tentativa talvez estivéssemos limpando xixi até hoje.

Por isso mães, vamos respeitar o tempo de nossos filhos? Não é porque a sogra pressiona, a escola pede, tem que ser porque eles estão prontos. Tenha paciência e carinho, volte as fraldas se for preciso, mas não exija de seu filho a maturidade que ele não tem, às vezes em semanas tudo pode mudar.

Boa sorte a todas!

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