Um pouco da minha vida.

E meus pensamentos...

Maternamizade

Posted by on Apr 29, 2013 in Maternidade, Meu Filho | 0 comments

Mais uma coisa incrível que a maternidade me trouxe foram as amizades, mulheres lindas, poderosas, mães dedicadas, algumas mudaram até de trabalho por conta da maternidade.

A gente tenta se reunir com certa frequência, bater papo, contar as alegrias e tristezas maternas, nos ajudamos, nos preocupamos umas com as outras e com nossos filhos.

Espero que nossos filhos também se tornem amigos e a gente conviva por bastante tempo.

Obrigada meninas por estarem em minha vida.

 

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Quero colo

Posted by on Apr 2, 2013 in Maternidade, Meu Filho, Vivi | 0 comments

Não para mim, para o Lucas. Desde a cirurgia que não posso ficar com ele no colo e estou sentindo muita falta (e ele também).

Nos dias que minha mãe esteve aqui ele pedia colo direto para ele, aprendeu que comigo não rolava, mas as vezes ela não estava por perto e ele fica insistindo para vir comigo, tive que ser forte para negar.

Esta semana acaba, vou poder pegar meu filho no colo e levar ele para cima e para baixo. Como tem gente que fala que colo faz mal? Até hoje tem dias que tudo que quero é colo.

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Gravidez 2.0

Posted by on Mar 19, 2013 in Grávida, Maternidade, Vivi | 1 comment

Seria a segunda, se não tivesse ocorrido na trompa esquerda e terminado numa cirurgia de emergência.

Agora tá tudo bem, estou em casa de repouso me recuperando do susto que vivi na última sexta, 15/03.

E que susto! Tudo aconteceu muito rápido, muita informação, medo, cirurgia. O Lucas ficou quase 24 horas sem mamar, passamos uma noite inteira separados, o que nunca tinha acontecido antes.

Comecei a sentir dores na quinta a noite, mas achei que eram gases, não dei muita atenção. A dor veio mais forte na madrugada, tomei um paracetamol e voltei a dormir. Mas quando acordei a dor continuava e assim permaneceu a manhã toda. Foi quando decidi ir ao hospital.

Cheguei ao hospital (a mesma maternidade que o Lucas nasceu) por volta de 14h, fui atendida pela médica plantonista que me examinou e perguntou se não havia a possibilidade de gravidez, logo respondi que não, que havia menstruado no final do mês de fevereiro e iniciado o uso de anticoncepcional. Senti muita dor durante o exame de toque. Ela solicitou exame de sangue, BetaHCG (exame que determina a gravidez) e ultrasom.

Fiz os exames de sangue e urina e fiquei esperando a ultrasom na sentada na salinha do hospital. O Pedro, que estava comigo, acabou indo embora e fiquei sozinha. Esperei muito tempo, estava com muita dor e pedi para deitar. Fiquei numa maca e continuava esperando a ultrasom, que demorou muito. Depois de ameaçar ir embora (já estava cansada, com dor e sozinha) consegui fazer o exame (lá pelas 17h).

A médica do ultrasom disse que a cavidade uterina estava com muito líquido e havia algo na trompa esquerda, que poderia ser uma gravidez tubária rompida ou um cisto rompido, teríamos que esperar o resultado do BetaHCG.

Voltei para minha maca, ainda sozinha e esperançosa, achando que iria sair dali com uma receita para aquela dor insuportável, mas logo estaria em casa.

Quando 3 médicos apareceram com os exames nas mãos percebi o que estava para acontecer. Ai um dos médicos sem nenhum tato fala assim: você vai entrar em cirurgia e tirar a trompa. Nessa hora comecei a chorar. Como assim perder a trompa? Como assim cirurgia de emergência?

Outra médica, mais humana, pegou na minha mãe e me explicou que teria que entrar em cirurgia, que era grave, que era urgente. Nessa hora a minha G.O. apareceu, do nada (ou por providência divina) e ela que agilizou tudo para a cirurgia. Quem me operou foi ela e o médico sem noção.

Pedro ficou com o Lucas e a Helô, prima-doula-acompanhante, foi ficar comigo no hospital.

A cirurgia correu bem, mas ganhei uma mini-cesária. E vou falar como uma pessoa que já passou por um parto normal: cesária dói MUITO mais.

Agora estou em casa repousando, sem poder dar colo ao pequeno, com a minha mãe importada de SP para me ajudar com o Lucas, a casa e tudo.

O susto passou, mas as marcas ficam.

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De volta ao trabalho

Posted by on Feb 8, 2013 in Meu Filho, Vivi | 0 comments

Por mais que o Lucas esteja indo a escola desde o ano passado eu não estava trabalhando efetivamente, eu dava uma passada nas lojas, mas não tinha uma atividade certa, nem horário, mas depois das férias voltei muito focada.

Eu ainda passo nas lojas, mas agora a responsabilidade delas é do Pedro (que já era desde antes do Lucas nascer), eu não me meto em nada, mas eu serei responsável pela loja online.

Antes de ficar grávida a gente tinha colocado a loja online no ar, o Pedro que cuidava dela, mas quando eu fiquei grávida e a gente tinha duas lojas ficou complicado cuidar da loja online e resolvemos tirar do ar. Voltar com ela no ar sempre foi um plano nosso mas não estava sendo possível, agora dedico minhas tardes a loja online que em breve estará funcionando novamente.

Estou empolgada, me sentindo útil, inteligente, sensações que ficaram esquecidas (adormecidas) neste ano maternal que vivi.

Adoro ficar com o Lucas (e por isso trabalho meio período), mas adoro trabalhar também, fazer a diferença nos negócios.

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Foram 366 dias

Posted by on Feb 4, 2013 in Maternidade | 0 comments

Ia escrever um monte de coisas, mas o que mais posso dizer além de: TE AMO.

Parabéns filho, hoje é seu dia.

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Falta 1 dia

Posted by on Feb 3, 2013 in Meu Filho, Pensamentos, Vivi | 0 comments

Em contra ponto ao post de ontem vou falar das alegrias da maternidade. Nem tudo são flores, mas existe um campo florido na maternidade:

- Acordar com sorrisinho lindo;

- Ver seu filho se desenvolvendo, quando ele aprende  a sentar, a comer, a andar (e ainda tem falar, abraçar, beijar);

- Ouvir os outros dizerem que ele é lindo, forte, fofo (qq adjetivo vale);

- Receber recadinho das tias da escola falando que ele é um fofo (mesmo ele chorando todos os dias para entrar na sala);

- Perceber que a febe baixou e seu filho voltou a ficar alegre no meio de dias de dodói;

- Ver a alegria dele quando você (ou o pai) chega em casa;

- Mudar toda a sua vida, sua rotina, horários para atender melhor seu filho.

E vale, é muito amor!

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