“Um pouco da minha vida.”
E meus pensamentos...
Tem uns dias que o Lucas tá difícil, quer muito colo, dorme mal, quer mamar de mais, mas ontem nem com o Pedro ele quis conversa, tinha que ser comigo. Afinal, era dia das mães, não era?
Depois de ficar pensando todas as coisas erradas que poderia estar fazendo resolvi procurar se ele estava passando por algum pico de desenvolvimento e encontro no site http://bebe.abril.com.br a explicação para isso: ele está aprendendo que eu sou uma pessoa e ele é outra, que estamos separados e isso causa muito medo nele, por isso tanto choro, tanto dengo como diriam uns.
No site também diz que vai passar, leva um tempinho mas passa. Então vamos ao mantra da mãe: vai passar, vai passar, vai passar…
A explicação completa está aqui: As quatro crises do crescimento dos bebês
Read MoreLucas é mestiço, brasileiro-coreano, o primeiro de uma nova geração. Hoje ele completa 100 dias de vida, uma data importante para as crianças coreanas, um marco. Não conheço nada da tradição e o Pedro também não é muito ligado, o que sei perguntei para minha sogra e li na internet.

Pronto pra festa
Na Coréia de antigamente a taxa de mortalidade dos bebês era muito alta, muito não passavam dos 100 dias de vida, por isso quando alcançavam este tempo de vida era comemorado pela família. Hoje as coisas são diferentes, a taxa de mortalidade de bebês é baixa, mas a tradição de se comemorar este dia continua.
Aqui não rolou comemoração, fomos almoçar na casa do meu primo Dudu (com a Clara e a Alice) e a tarde fomos ao aniversário do primo Gabriel. Olha como ele tava gatão:
Ah, hoje é também dia das mães, uma data que se tornou muito mais comercial do que sentimental (e como comerciante quem sou eu para reclamar), mas que como mãe fico feliz em dar um cheirinho no meu filhote neste meu primeiro dia das mães. Nossa comemoração começou no sábado, com um super bolo após o jantar, uma noite inteira de sono e sorriso lindo ao acordar. Filho, obrigada pelo meu primeiro dia das mães.
Fontes:
http://kimchimamas.typepad.com/kimchi_mamas/2008/11/100-days.html
http://www.lifeinkorea.com/culture/tol/tol.cfm
http://www.asianinfo.org/asianinfo/korea/cel/birthday_celebrations.htm
Read MoreHá um ano li esta matéria aqui no site das Luluzinhas: http://www.luluzinhacamp.com/maternidade-das-cavernas-no-seculo-xxi-eu-nao-moro-em-bedrock/. Na época não concordei com o que estava escrito, mas não era um assunto que me interessava, afinal nem estava grávida.
1 ano se passou, eu tive meu filho e li novamente o artigo. Agora com outros olhos, como mãe, como parida, como mulher e ele me incomodou. Porque? Por tudo, pelos esteriótipos nele contidos, pelos preconceitos de quem fala sem saber, pelo fato de que pensar diferente incomoda.
Eu não sou das cavernas, gosto do conforto e odeio sentir dor, mas eu QUIS sentir / viver a dor do parto. O parto normal dói? Claro que sim, não vou enganar ninguém, mas é uma dor diferente, uma dor suportável, uma dor que aproxima: aproxima você do seu filho, de ter ele no colo, aproxima você de você mesma, você percebe que é muito mais poderosa do que pensava e aproxima você do seu companheiro (porque ele TEM que participar deste momento). Mas ela passa (não só pela anestesia se você assim quiser) e o choro do seu filho faz com que toda dor, o esforço, tudo tenha valido a pena.
Eu amamento meu filho e quero fazer isso por um bom tempo ainda. Escrevi um post inteiro sobre os motivos que adoro amamentar e porque acho tão importante. Porque amamentar é mais que alimentar. Quer ler tá aqui.
Mas você pode não se identificar com nada disso, achar legal marcar sua data e estar maquiada no vídeo do nascimento do seu filho, mas eu não sou assim. Se eu te respeito, você tem que me respeitar. Mas aconselho você a se informar melhor, procurar algum grupo de discussão sobre o assunto a abrir a cabeça. Tente sair da Matrix e vir pra Bedrock, é bem legal!
Read MoreNos outros meses fui montando o post ao longo do mês, neste não consegui me organizar para isso.
Esse mês foi ótimo, não ficamos doente, jantamos fora e fizemos 2 viagens: para a capital e para a roça… Muitos sorrisos e “conversas”, Lucas tá crescendo e já começo a sentir falta daquele bebezinho de 3 meses atrás.
Não deixamos de comemorar com uma torta de limão!
Foto oficial:

Lucas foi visitar a fazenda do vovô e conhecer o lado Mafra da familia.
Aproveitamos o feriado de 1° de Maio para dar um pulo na fazenda. Não conseguimos aproveitar muito porque choveu muito e fez bastante frio. Assim ficou difícil de ver os bichos que tem por lá.
Mas ficamos perto do fogão a lenha e aproveitei para comer bastante.
Agora quero voltar para comer pitangas, pois a pitangueira está em flor!
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