Mais uma coisa incrível que a maternidade me trouxe foram as amizades, mulheres lindas, poderosas, mães dedicadas, algumas mudaram até de trabalho por conta da maternidade.
A gente tenta se reunir com certa frequência, bater papo, contar as alegrias e tristezas maternas, nos ajudamos, nos preocupamos umas com as outras e com nossos filhos.
Espero que nossos filhos também se tornem amigos e a gente conviva por bastante tempo.
Obrigada meninas por estarem em minha vida.
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Não para mim, para o Lucas. Desde a cirurgia que não posso ficar com ele no colo e estou sentindo muita falta (e ele também).
Nos dias que minha mãe esteve aqui ele pedia colo direto para ele, aprendeu que comigo não rolava, mas as vezes ela não estava por perto e ele fica insistindo para vir comigo, tive que ser forte para negar.
Esta semana acaba, vou poder pegar meu filho no colo e levar ele para cima e para baixo. Como tem gente que fala que colo faz mal? Até hoje tem dias que tudo que quero é colo.
Read MoreSeria a segunda, se não tivesse ocorrido na trompa esquerda e terminado numa cirurgia de emergência.
Agora tá tudo bem, estou em casa de repouso me recuperando do susto que vivi na última sexta, 15/03.
E que susto! Tudo aconteceu muito rápido, muita informação, medo, cirurgia. O Lucas ficou quase 24 horas sem mamar, passamos uma noite inteira separados, o que nunca tinha acontecido antes.
Comecei a sentir dores na quinta a noite, mas achei que eram gases, não dei muita atenção. A dor veio mais forte na madrugada, tomei um paracetamol e voltei a dormir. Mas quando acordei a dor continuava e assim permaneceu a manhã toda. Foi quando decidi ir ao hospital.
Cheguei ao hospital (a mesma maternidade que o Lucas nasceu) por volta de 14h, fui atendida pela médica plantonista que me examinou e perguntou se não havia a possibilidade de gravidez, logo respondi que não, que havia menstruado no final do mês de fevereiro e iniciado o uso de anticoncepcional. Senti muita dor durante o exame de toque. Ela solicitou exame de sangue, BetaHCG (exame que determina a gravidez) e ultrasom.
Fiz os exames de sangue e urina e fiquei esperando a ultrasom na sentada na salinha do hospital. O Pedro, que estava comigo, acabou indo embora e fiquei sozinha. Esperei muito tempo, estava com muita dor e pedi para deitar. Fiquei numa maca e continuava esperando a ultrasom, que demorou muito. Depois de ameaçar ir embora (já estava cansada, com dor e sozinha) consegui fazer o exame (lá pelas 17h).
A médica do ultrasom disse que a cavidade uterina estava com muito líquido e havia algo na trompa esquerda, que poderia ser uma gravidez tubária rompida ou um cisto rompido, teríamos que esperar o resultado do BetaHCG.
Voltei para minha maca, ainda sozinha e esperançosa, achando que iria sair dali com uma receita para aquela dor insuportável, mas logo estaria em casa.
Quando 3 médicos apareceram com os exames nas mãos percebi o que estava para acontecer. Ai um dos médicos sem nenhum tato fala assim: você vai entrar em cirurgia e tirar a trompa. Nessa hora comecei a chorar. Como assim perder a trompa? Como assim cirurgia de emergência?
Outra médica, mais humana, pegou na minha mãe e me explicou que teria que entrar em cirurgia, que era grave, que era urgente. Nessa hora a minha G.O. apareceu, do nada (ou por providência divina) e ela que agilizou tudo para a cirurgia. Quem me operou foi ela e o médico sem noção.
Pedro ficou com o Lucas e a Helô, prima-doula-acompanhante, foi ficar comigo no hospital.
A cirurgia correu bem, mas ganhei uma mini-cesária. E vou falar como uma pessoa que já passou por um parto normal: cesária dói MUITO mais.
Agora estou em casa repousando, sem poder dar colo ao pequeno, com a minha mãe importada de SP para me ajudar com o Lucas, a casa e tudo.
O susto passou, mas as marcas ficam.
Read MorePor mais que o Lucas esteja indo a escola desde o ano passado eu não estava trabalhando efetivamente, eu dava uma passada nas lojas, mas não tinha uma atividade certa, nem horário, mas depois das férias voltei muito focada.
Eu ainda passo nas lojas, mas agora a responsabilidade delas é do Pedro (que já era desde antes do Lucas nascer), eu não me meto em nada, mas eu serei responsável pela loja online.
Antes de ficar grávida a gente tinha colocado a loja online no ar, o Pedro que cuidava dela, mas quando eu fiquei grávida e a gente tinha duas lojas ficou complicado cuidar da loja online e resolvemos tirar do ar. Voltar com ela no ar sempre foi um plano nosso mas não estava sendo possível, agora dedico minhas tardes a loja online que em breve estará funcionando novamente.
Estou empolgada, me sentindo útil, inteligente, sensações que ficaram esquecidas (adormecidas) neste ano maternal que vivi.
Adoro ficar com o Lucas (e por isso trabalho meio período), mas adoro trabalhar também, fazer a diferença nos negócios.
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Ia escrever um monte de coisas, mas o que mais posso dizer além de: TE AMO.
Parabéns filho, hoje é seu dia.
Read MoreEm contra ponto ao post de ontem vou falar das alegrias da maternidade. Nem tudo são flores, mas existe um campo florido na maternidade:
- Acordar com sorrisinho lindo;
- Ver seu filho se desenvolvendo, quando ele aprende a sentar, a comer, a andar (e ainda tem falar, abraçar, beijar);
- Ouvir os outros dizerem que ele é lindo, forte, fofo (qq adjetivo vale);
- Receber recadinho das tias da escola falando que ele é um fofo (mesmo ele chorando todos os dias para entrar na sala);
- Perceber que a febe baixou e seu filho voltou a ficar alegre no meio de dias de dodói;
- Ver a alegria dele quando você (ou o pai) chega em casa;
- Mudar toda a sua vida, sua rotina, horários para atender melhor seu filho.
E vale, é muito amor!
Read MoreHoje vou falar de um tema complicado, mas sincero: as dificuldades de ser mãe.
Desculpa gente, mas nem tudo são flores. Tem dias que quero ficar sozinha, quero acordar mais tarde, ver um filme do começo ao fim, mas não posso. Neste post vou enumerar algumas coisas que mudam muito (e não para melhor) depois que você se torna mãe:
- Amamentar pode ser dolorido, complicado e dar trabalho (mas vale por tudo);
- Noites de sono, daquelas bem dormidas não me lembro mais o que são, mas sei que vai melhorar;
- Vida sexual: quem?
- Vida social: só em locais com espaço kids;
- Casa arrumada nunca mais, tem sempre um brinquedo espalhado (ou embaixo do móvel);
- Assuntos que não maternidade, filho, amamentação ficam mais raros.
Mas quando eles abrem um sorriso (banguela ou não) tudo isso fica pequeno, menor e vale a pena.
Read MoreFalta pouco, sua festinha está pronta (na teoria). Vai ser lá em SP no domingo (vamos adiantar).
Festa de 1 ano é muito mais para pais e adultos, mesmo você tendo seus amiguinhos filhos das amigas da mamãe.
Resolvi fazer uma festa de circo, mas vou falar que não foi o tema mais fácil. Se quisesse da Galinha Pintadinha ou do Ben 10 teria sido muito mais fácil. Mas eu gostei e tenho certeza que vai ser uma festa linda e muito animada.
Vou fazer algumas comidinhas para você, afinal a festa é sua, mas como disse em outro post você não come qualquer coisa. Vai ter espetinho de frutas, bolinho “natureba”e um docinho de banana com cacau para simular um brigadeiro de colher. Espero que você goste.
Independente do tamanho da festa saiba que fizemos com carinho, dedicação e amor. Bem provável que a próxima festa seja nos seus 5 anos.
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Estou começando a ficar sem assunto, já falei do parto, da amamentação, das crises e tem alguns outros assuntos que vou deixar mais para frente.
Dessa vez vou falar sobre comidinhas. Tivemos nossa amamentação exclusiva até os 6 meses e depois começamos as frutas, a papa de fubá e os salgados.
Você AMA frutas, banana e pêra são suas favoritas, mas tem uma mistura que mesmo quando você não está comendo nada você aceita: manga com pêra. Essa receita tirei do blog As Delícias do Dudu.
Eu adoro cozinhar, mas desde que você nasceu ficou mais difícil, pois culinária é dedicação, exige tempo, mas agora que você tá maior fica mais fácil
Voltando a sua alimentação, as frutas foram muito bem aceitas, mas a papa salgada nem tanto. Tentei fazer você comer comida como a minha, papinha toda batida, amassada, passada na peneira e nada de você curtir. Até para a papa da Nestlé eu apelei (e essa você gostou).
Tem uns dias que você come melhor, com gosto, mas tem outros que você só experimenta e depois não come mais nada.
Você comeu (e gostou) de comidas coreanas e fiquei super feliz, até me arrisquei fazer em casa.
Eu procuro fazer coisas diferentes, uso a internet para me ajudar. Outro blog que uso para tirar ideias é da Tia Mari, mãe do Fê, o Clube da Papinha.
Hoje em dia você senta na mesa conosco e quer comer a nossa comida, às vezes pode, às vezes não, mas acho que teremos que começar a comer somente aquilo que você gosta.
Você não toma leite de vaca, agora que você fará 1 ano estou dando iogurte (que faço batido com frutas e você adora). Outra coisa que não dou é açúcar, coisas açucaradas. E assim vai ser enquanto puder evitar, mas se quero fazer um bolinho ou algo do tipo coloco açúcar mascavo ou demerara (e bem pouco).
Espero que você cresça gostando de legumes, verduras, frutas e não só de bobagens (e acho que criança que come besteira é porque os pais deixam e dão acesso), mas não sou iludida de achar que você não vai gostar de sorvete ou bala, né?
Read MoreE hoje resolvi falar sobre uma coisa chata: os picos de desenvolvimento. Passamos por todos, são tão chatos.
Desde as tais cólicas quando você tinha poucos dias de vida até a ansiedade de separação (que rolou um pouco antes dos 12 meses) vivemos intensamente estes momentos de crises foram intensos, mas trouxeram mudanças profundas.
Essas crises são complicadas, deixam nós dois estressados, mas elas fazem você crescer, você mudar. Não à toa se chamam crise de desenvolvimento ou crescimento.
Os posts que falo desses momentos são estes aqui:De partir o coração, Em Crise, Uma semana ruim, e outros…
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