Posts Tagged "filho"

Meu filho nunca ______

Posted by on Nov 29, 2012 in Alimentação, Meu Filho | 0 comments

Você pode preencher com o que quiser.

Antes de ser mãe a gente sempre fala: meu filho nunca vai dar dormir no colo, nunca vai fazer birra, e por ai vai. Eu sempre achei horrível mãe correndo atrás de criança para comer (e ainda acho), mas tive que me render.

Lucas andou perdendo peso e não queria comer quando estava doente, se negava a ficar no cadeirão era um choro só. Ai percebi que na escolinha ele comia e descobri que ele come no chão (com a tia atrás dele) ou no colo da tia. Resolvi deixar o cadeirão de lado e passar a dar comida pra ele de maneira mais “livre”.

Dessa forma ele tem comido mais, apesar de ser bem mais cansativo e sujar a casa toda. Então, entre não comer nada e comer comigo correndo atrás, prefiro correr atrás!

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Começando na escolinha!

Posted by on Nov 14, 2012 in Maternidade, Meu Filho, Vivi | 0 comments

Lucas vou registrar nossa experiência na adaptação no berçário. Você começou no dia 19/09/2012 com 7 meses e 15 dias.

1° dia: Para começar a adaptação fomos pra escola no começo da tarde e logo a tia Elis pegou você do meu colo, não teve luta, não teve choro.

Você foi pra dentro da sala e eu para o computador (big brother do bebê). Você ficou o tempo todo no colo da tia, mesmo quando ela te colocava no chão você a escalava (como você faz comigo). Você comeu bem pouco da banana que te deram (só duas colheres), mas tinha almoçado tarde.

A parte difícil para mim foi ver você mamando, eu tirei meu leite, congelei e levei pra escola. Você, pela primeira vez, mamou fora do meu peito e isso me doeu.

Fomos embora depois de 1 hora, você voltou conversando no carro.

2° dia: Você ficou lá por mais ou menos 2 horas, comeu toda a pêra, mas não quis mamar nada.

Eu fui dispensada e nem fiquei olhando pelo câmera, fui dar uma passada na loja do shopping. Quando cheguei para te pagar você estava dormindo no colo da tia.

Ia esperar você acordar, pois não tinha pressa, mas assim que ela te deitou você acordou (como faz aqui em casa), ficou bem bravo, mas logo estava no meu colo e fomos embora.

3° dia: Esse foi um dia ruim, você dormiu demais (2 horas) e ficou sem almoçar, chegando na escola foi comer a fruta mas só comeu duas colheradas.

Você chorou, mas quando foi comer se acalmou, eu vim pra casa esperar, era para você ficar quase até o final da tarde. Mas depois de 1 hora a tia me ligou dizendo que você estava chorando e não se acalmava, que era melhor eu buscá-lo. Foi o que fiz, quando cheguei você soluçava de tanto que chorou.

Mas na hora de sairmos caiu o mundo, uma chuva enorme. Tivemos que esperar passar para poder ir ao carro e nisso você já estava calmo e sorrindo pras tias.

O fim de semana chegou, ficamos em casa juntos todos os dias e a adaptação volta na próxima segunda. Mas você ficou doente e não foi na segunda, seu 4° dia mudou pra terça.

4° dia: Depois de febre e dodói fomos nós pra escola. Chegando na porta da sala você já começou a chorar quando a tia te pegou. Depois de 20 minutos elas me chamaram que você não parava de chorar, dei um mamá para você se acalmar. Quando estava tranquilo voltamos para a porta da sala e você chorou de novo. Ficou por mais 30 minutos e veio para mim.

Conversei com a Tia Elis e a Tia Téo, pois está ficando claro para elas o que era óbvio para mim: vai ser demorado. Expliquei que não tenho pressa, que não tenho data para voltar a trabalhar e que vamos fazer no seu tempo. Elas me aconselharam a levar você em mais encontros com crianças e me distanciar quando você estiver brincando sozinho em casa, porque não adianta elas fazerem algo na escola e eu fazer outra coisa em casa.

5° dia: Você já estava bem mais alegrinho e fomos numa boa até a escola, chegando lá você chorou para entrar na sala, mas se acalmou e ficou por mais de 1 hora. Não saiu do colo, trocou a fralda, brincou um pouco na piscina de bolinhas, mas não quis comer a fruta nem tomar o leite (precisamos melhorar este lado), devagar a gente chega lá.

 6° dia: Fomos de novo felizes, mas você não quis comer e nem mamar, mas dormiu quase 40 minutos deitadinho.

7° dia: Seu pai que foi te levar e te buscar neste dia, foi um dos seus melhores dias, comeu fruta e mamou um pouquinho. Mas na hora que a tia foi colocar você pra dormir no colchão você acordou bem bravo.

Mais um final de semana, desta vez eu que fiquei doente. Mas tudo bem, logo fiquei boa.

8° dia: Segunda feira complicada de você ficar, e ainda me viu na hora que foi ao banheiro, pronto berreiro total. Peguei você um pouco e dei mamá no copinho, não é que você tomou?

9° dia: Deixei você e vim pra casa, assim a gente não corre mais o risco de você me ver, né? Você ficou 2 horas, comeu e mamou, mas não quer sair do colo na hora de dormir.

10° dia: Fiz a mesma coisa, apenas deixei você na escolinha e voltei para casa, depois de 2 horas fui te pegar. Desta vez você não mamou e nem dormiu.

E assim continuamos, mas você ficou doente e teve que ficar em casa por 2 semanas. Pode imaginar que para voltar foi difícil, no primeiro dia você chorou sem parar e não ficou nem 1 hora.

Mas logo começou a comer, dormir e ficar mais tempo.

Para mim está claro que você só vai se adaptar ano que vem, porque a volta das férias vai ser complicada pra nós, mas estaremos preparados, né?

 

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Cinematerna

Posted by on Nov 5, 2012 in Maternidade, Vivi | 0 comments

Cinematerna

Conseguimos! Vamos ter cinematerna aqui em Ribeirão.

Desde quando estava grávida comecei a “cutucar” o pessoal do cinematerna, por e-mail, por twitter, pelo Facebook na intenção de trazer essa sessão de cinema super especial para cá. A resposta padrão sempre foi que não havia previsão por falta de patrocinador. Quando o Lucas estava com 6 meses entrei em contato de novo, a resposta foi menos padrão, dizendo que em breve haveria novidades.

Bom as novidades chegaram: teremos a primeira sessão do cinematerna aqui em Ribeirão no dia 27/11, no Cinépolis do shopping Santa Úrsula. A escolha do filme é feita sempre 1 semana antes da sessão pelo site do cinematerna e já estamos mobilizando as mães da cidade para assistirem a primeira sessão

Esta primeira sessão é gratuita, vai ser muito legal ver todas estas mães juntas se divertindo, relaxando e vendo um filme. Tem evento no Facebook, pode confirmar sua presença: http://www.facebook.com/events/238443326285183/

Eu estarei lá, não apenas como mãe, mas como voluntária, ajudando a organizar e garantir que todo mundo ame e queira voltar.

Depois eu conto como foi, estou muito empolgada!

 

UPDATE: olha nosso folheto de divulgação:

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Exantema súbito (Roséola)

Posted by on Nov 4, 2012 in Meu Filho, Vivi | 0 comments

Lucas estava com 8 dias de antibiótico quando começou a ter febre novamente, ele estava com otite e por isso antibiótico, como ele não apresentava nenhum sintoma fizemos exames que não acusaram nada.

Depois de 2 dias de febre ele melhorou, voltou a ficar ativo como sempre foi e sorridente. No sábado na hora de dar banho nele reparei que ele estava com muitas bolinhas no corpo, achei que era catapora, mas não, era Roséola. Uma doença benigna que tem como sintoma esse febrão e as pintinhas, muito comum na infância.

Lucas está aqui todo pintado e sorridente, tá tudo bem agora.

Quem quiser saber mais:

BabyCenter

Dr. Drazio Varela

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Exames de laboratório

Posted by on Nov 2, 2012 in Maternidade, Meu Filho, Vivi | 0 comments

A pior experiência materna até agora: exame de sangue no Lucas.

Ele ainda não tem 9 meses e como está doente há semanas, tomando antibiótico e apresentou febre de 40°C, me assustou na véspera do feriado de finados. Como não apresentava mais nenhum problema (ouvido ok agora) a médica pediu para fazermos exame de sangue e urina.

Fui sozinha (burra) com ele ao laboratório, o enfermeiro teve que furar os dois braços dele, foi um choro só, meu coração ficou despedaçado.

Ele é pequeno e não vai se lembrar, mas foi uma experiência muito dolorida para mim.

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Na balada

Posted by on Oct 20, 2012 in Maternidade, Meu Filho, Vivi | 0 comments

A adapatação na escolinha continua (o post ainda está sendo escrito), mas tivemos um casamento de amigos dia 19/10 e achei que seria ruim levar o Lucas porque foi tarde (a cerimônia estava marcada para 20h10) e ele iria ficar cansado, chato e a gente não iria aproveitar tanto quanto aproveitamos sem ele.

Bom, como adiantei acima fomos apenas eu e o Pedro, mas o que fizemos do Lucas? Deixei em casa com a minha prima (a doula do parto, lembram?). Dei de mamar, esperei ele dormir e fomos. Com isso não foi possível ir a igreja, apenas a recepção.

E assim fomos. Chegamos quase 22h (que tarde!), comemos e tomei espumante (foi bem pouco e devagar, alternado com coca-cola). Cumprimentamos os noivos, dançamos e voltamos pra casa lá pela 01h.

A Helô (prima) foi passando mensagem de tempos em tempos com o status do que estava acontecendo, e eu ficava toda hora olhando para o celular, checando mensagem e a hora. Eu estava na festa, aproveitei mas minha cabeça ficou a maior parte do tempo aqui em casa.

Quando o Lucas vai pra escolinha não fico tão encanada quanto fiquei na festa. Acho que como ele vai para escola para que eu possa trabalhar e cuidar da casa não me sinto culpada, mas eu estava deixando ele “sozinho” para ir me divertir, para beber e dançar, para ter a vida que tinha antes dele nascer

Mas a verdade é que a vida nunca mais vai ser a mesma, ele sempre estará comigo, mesmo que em pensamento e na fotinho que mostro para todo mundo que pergunta dele.

Foi tudo ótimo, ele dormiu bem, acordou 2 vezes enquanto estávamos fora e nem mamou o leite que deixei para ele. A babysitter até foi embora para casa dela depois de receber o pagamento em bem casado (hahaha).

Orgulho de nós: meu e dele!

 

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Fraldas de pano: Agora eu uso

Posted by on Oct 19, 2012 in Meu Filho, Vivi | 0 comments

Passei algum tempo tentando usar as fraldas de pano que comprei sem sucesso. Acho que o Lucas faz muito xixi e por isso elas sempre ficavam úmidas.

Passamos pelos meses de temperaturas mais baixas (aqui não faz frio) e fiquei com pena de colocar a fralda nele e deixá-lo com frio por conta do vazamento. Acabei deixando todas na gaveta, mas agora que o calor voltou estou usando.
Na verdade comecei a usar porque ele estava assado e como a fralda de pano respira melhor achei que deveria colocar para ajudar a melhorar a assadura e agora decidi que enquanto ele estiver em casa vai ficar de fralda de pano, na escola vai ser fralda descartável mesmo. A noite também, tenho medo que vaze e acorde ele (como se ele não acordasse de qualquer maneira).

Sei que esse não é o modelo ideal de utilização das fraldas, mas como não tenho muitas e acho que o controle delas na escolinha pode não ser tão bom quanto da fralda descartável esse será o modelo ideal aqui para nós.

Fico feliz em conseguir usá-las e agora posso recomendar. Não havia falado mais nada depois deste post por não ter o que falar. Agora que uso e lavo posso dizer não é um trabalho extremo, tem que limpar depois do cocô e colocar de molho, mas vai direto pra máquina e fica pronta para usar depois de seca.

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High need / Alta necessidade / Alta demanda

Posted by on Sep 23, 2012 in Maternidade, Pensamentos | 3 comments

Nunca tinha ouvido falar sobre o assunto até entrar na comunidade “Soluções para noites sem choro” no Facebook. Comecei a ler os textos até que encontrei uma que parecia descrever o Lucas.

Claro que nem tudo descrevia meu pequeno, mas muita coisa batia e as coisas começaram a fazer sentido. Porque não se fala sobre esse tipo de bebê? Porque é mais fácil dizer que o Lucas é mimado do que tentar entender que PRECISA de mais carinho / atenção / colo que as outras crianças?

Para o Lucas não existe brincar sozinho, ele até começa alguma brincadeira, mas logo se cansa dela. Às vezes ele está todo entretido com seus brinquedos, nem está me vendo, mas se eu levanto (para ir ao banheiro ou beber uma água) o berreiro começa.

Não estava conseguindo almoçar (se ele não estivesse dormindo), tivemos eventos de muito choro, coração partido e comida engolida. Foi quando comecei a ter ajuda da Ana, que trabalha aqui em casa e que o Lucas gosta tanto. Assim conseguia comer com tranquilidade e o Lucas ficava em paz.

Mas o dia tem muito mais horas e é difícil ficar o dia todo com uma criança que te exige o tempo todo, muitas vezes estou com o Lucas no colo brincando e ele reclamando, chorando. Me perguntava o que mais poderia dar a este menino, o que mais ele queria, porque eu estava ali disponível para ele o tempo todo, só pedia alguns poucos minutos para mim.

Quanto mais ele chora, mais nervosa eu fico e às vezes não tem jeito, preciso cozinhar (a papinha dele, principalmente) e isso não dá para fazer com o filho no colo, é perigoso. Então ele fica chorando (por mais que seja contra deixar criança chorando), no carrinho, no chão ou no cadeirão ao meu lado. Ele só para quando pego ele no colo.

Esse cenário me cansou e me estressou muito, a ponto de não conseguir curtir o tempo que fico com o Lucas, de ficar olhando pro relógio na esperança do tempo passar mais rápido e o Pedro chegar para me ajudar. Por conta disso tomei a decisão de colocá-lo na escolinha, acredito realmente que será muito bom para nós dois, mesmo que seja difícil no começo.

Quer saber mais sobre os bebês de alta necessidade acesse aqui.

Obs.: Enquanto escrevo este post ele está chorando enquanto se pendura em meu ombro.

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A cólica, o sling e Dr. Carlos Gonzáles

Posted by on Sep 18, 2012 in Maternidade, Pensamentos, Vivi | 1 comment

Quando o Lucas tinha 20 dias as cólicas começaram, contei essa experiência horrível aqui. Enquanto passávamos por estes momentos penosos comprei meu Wrap Sling, que logo chegou e mudou minha vida (as nossas).

Como por milagre as cólicas passaram, ele já não chorava. Fui pesquisar um pouco e encontrei o texto que está abaixo do Dr. Carlos Gonzáles, pediatra espanhol que tem uma visão muito humana e bonita das crianças, defende a criação com apego e faz a gente abrir os olhos.

Hoje o sling serve para acalmar o Lucas, fazer ele dormir. Também facilita a vida (consigo fazer comida, arrumar a casa, etc). Muitas mulheres não conhecem o sling, mas acho que deveria entrar na lista de enxoval de qualquer gestante.

Gostaria de ouvir testemunho de outras mães (e pais) sobre o uso do sling, coloca nos comentários!

Se você quiser comprar tenho uma amiga que vende (a mesma que aparece neste vídeo), entra em contato com ela pela página do Facebook: http://www.facebook.com/MamaeSunny

A Cólica – Por Dr. Carlos Gonzáles

Os bebês ocidentais costumam chorar bastante durante os primeiros meses, o que se conhece como cólica do lactente ou cólica do primeiro trimestre. Cólica é a contração espasmódica e dolorosa de uma víscera oca; há cólicas dos rins, da vesícula e do intestino. Como o lactente não é uma vesícula oca e o primeiro trimestre muito menos, o nome logo de cara não é muito feliz. Chamavam de cólica porque se acreditava que doía a barriga dos bebês; mas isso é impossível saber. A dor não se vê, tem de ser explicada pelo paciente. Quando perguntam a eles: “por que você está chorando?”, os bebês insistem em não responder; quando perguntam novamente anos depois, sempre dizem que não se lembram. Então ninguém sabe se está doendo a barriga, ou a cabeça, ou as costas, ou se é coceira na sola dos pés, ou se o barulho está incomodando, ou simplesmente se estão preocupados com alguma notícia que ouviram no rádio. Por isso, os livros modernos frequentemente evitam a palavra cólica e preferem chamar de choro excessivo na infância. É lógico pensar que nem todos os bebês choram pelo mesmo motivo; alguns talvez sintam dor na barriga, mas outro pode estar com fome, ou frio, ou calor, e outros (provavelmente a maioria) simplesmente precisam de colo.

Tipicamente, o choro acontece sobretudo à tarde, de seis às dez, a hora crítica. Às vezes de oito à meia-noite, às vezes de meia-noite às quatro, e alguns parecem que estão a postos vinte e quatro horas por dia. Costuma começar depois de duas ou três semanas de vida e costuma melhorar por volta dos três meses (mas nem sempre).

Quando a mãe amamenta e o bebê chora de tarde, sempre há alguma alma caridosa que diz: “Claro! De tarde seu leite acaba!”. Mas então, por que os bebês que tomam mamadeira têm cólicas? (a incidência de cólica parece ser a mesma entre os bebês amamentados e os que tomam mamadeira). Por acaso há alguma mãe que prepare uma mamadeira de 150 ml pela manhã e de tarde uma de 90 ml somente para incomodar e para fazer o bebê chorar? Claro que não! As mamadeiras são exatamente iguais, mas o bebê que de manhã dormia mais ou menos tranquilo, à tarde chora sem parar. Não é por fome.

“Então, por que minha filha passa a tarde toda pendurada no peito e por que vejo que meus peitos estão murchos?” Quando um bebê está chorando, a mãe que dá mamadeira pode fazer várias coisas: pegar no colo, embalar, cantar, fazer carinho, colocar a chupeta, dar a mamadeira, deixar chorar (não estou dizendo que seja conveniente ou recomendável deixar chorar, só digo que é uma das coisas que a mãe poderia fazer). A mãe que amamenta pode fazer todas essas coisas (incluindo dar uma mamadeira e deixar chorar), mas, além disso, pode fazer uma exclusiva: dar o peito. A maioria das mães descobrem que dar de mamar é a maneira mais fácil e rápida de acalmar o bebê (em casa chamamos o peito de anestesia), então dão de mamar várias vezes ao longo da tarde. Claro que o peito fica murcho, mas não por falta de leite, mas sim porque todo o leite está na barriga do bebê. O bebê não tem fome alguma, pelo contrário, está entupido de leite.

Se a mãe está feliz em dar de mamar o tempo todo e não sente dor no mamilo (se o bebê pede toda hora e doem os mamilos, é provável que a pega esteja errada), e se o bebê se acalma assim, não há inconveniente. Pode dar de mamar todas as vezes e todo o tempo que quiser. Pode deitar na cama e descansar enquanto o filho mama. Mas claro, se a mãe está cansada, desesperada, farta de tanto amamentar, e se o bebê está engordando bem, não há inconveniente que diga ao pai, à avó ou ao primeiro voluntário que aparecer: “pegue este bebê, leve para passear em outro cômodo ou na rua e volte daqui a duas horas”. Porque se um bebê que mama bem e engorda normalmente mama cinco vezes em duas horas e continua chorando, podemos ter razoavelmente a certeza de que não chora de fome (outra coisa seria um bebê que engorda muito pouco ou que não estava engordando nada até dois dias atrás e agora começa a se recuperar: talvez esse bebê necessite mamar muitíssimas vezes seguidas). E sim, se pedir para alguém levar o bebê para passear, aproveite para descansar e, se possível, dormir. Nada de lavar a louça ou colocar em dia a roupa para passar, pois não adiantaria nada.

Às vezes, acontece de a mãe estar desesperada por passar horas dando de mamar, colo, peito, colo e tudo de novo. Recebe seu marido como se fosse uma cavalaria: “por favor, faça algo com essa menina, pois estou ao ponto de ficar doida”. O papai pega o bebê no colo (não sem certa apreensão, devido às circunstâncias), a menina apoia a cabecinha sobre seu ombro e “plim” pega no sono. Há várias explicações possíveis para esse fenômeno. Dizem que nós homens temos os ombros mais largos, e que se pode dormir melhor neles. Como estava há duas horas dançando, é lógico que a bebê esteja bastante cansada. Talvez precisasse de uma mudança de ares, quer dizer, de colo (e muitas vezes acontece o contrário: o pai não sabe o que fazer e a mãe consegue tranquilizar o bebê em segundos).

Tenho a impressão (mas é somente uma teoria minha, não tenho nenhuma prova) de que em alguns casos o que ocorre é que o bebê também está farto de mamar. Não tem fome, mas não é capaz de repousar a cabeça sobre o ombro de sua mãe e dormir tranqüilo. É como se não conhecesse outra forma de se relacionar com sua mãe a não ser mamando. Talvez se sinta como nós quando nos oferecem nossa sobremesa favorita depois de uma opípara refeição. Não temos como recusar, mas passamos a tarde com indigestão. No colo da mamãe é uma dúvida permanente entre querer e poder; por outro lado, com papai, não há dúvida possível: não tem mamá, então é só dormir.

Minha teoria tem muitos pontos fracos, claro. Para começar, a maior parte dos bebês do mundo estão o dia todo no colo (ou carregados nas costas) de sua mãe e, em geral, descansam tranquilos e quase não choram. Mas talvez esses bebês conheçam uma outra forma de se relacionar com suas mães, sem necessidade de mamar. Em nossa cultura fazemos de tudo para deixar o bebê no berço várias horas por dia; talvez assim lhes passemos a idéia de que só podem estar com a mãe se for para mamar.

Porque o certo é que a cólica do lactente parece ser quase exclusiva da nossa cultura. Alguns a consideram uma doença da nossa civilização, a consequência de dar aos bebês menos contato físico do que necessitam. Em outras sociedades o conceito de cólica é desconhecido. Na Coreia, o Dr. Lee não encontrou nenhum caso de cólica entre 160 lactentes. Com um mês de idade, os bebês coreanos só passavam duas horas por dia sozinhos contra as dezesseis horas dos norteamericanos. Os bebês coreanos passavam o dobro do tempo no colo que os norteamericanos e suas mães atendiam praticamente sempre que choravam. As mães norteamericanas ignoravam deliberadamente o choro de seus filhos em quase a metade das vezes.

No Canadá, Hunziker e Barr demonstraram que se podia prevenir a cólica do lactente recomendando às mães que pegassem seus bebês no colo várias horas por dia. É muito boa idéia levar os bebês pendurados, como fazem a maior parte das mães do mundo. Hoje em dia é possível comprar vários modelos de carregadores de bebês nos quais ele pode ser levado confortavelmente em casa e na rua. Não corra para colocar o bebê no berço assim que ele adormecer; ele gosta de estar com a mamãe, mesmo quando está dormindo. Não espere que o bebê comece a chorar, com duas ou três semanas de vida, para pegá-lo no colo; pode acontecer de ter “passado do ponto” e nem no colo ele se acalmar. Os bebês necessitam de muito contato físico, muito colo, desde o nascimento. Não é conveniente estarem separados de sua mãe, e muito menos sozinhos em outro cômodo. Durante o dia, se o deixar dormindo um pouco em seu bercinho, é melhor que o bercinho esteja na sala; assim ambos (mãe e filho) se sentirão mais seguros e descansarão melhor.

A nossa sociedade custa muito a reconhecer que os bebês precisam de colo, contato, afeto; que precisam da mãe. É preferível qualquer outra explicação: a imaturidade do intestino, o sistema nervoso… Prefere-se pensar que o bebê está doente, que precisa de remédios. Há algumas décadas, as farmácias espanholas vendiam medicamentos para cólicas que continham barbitúricos (se fazia efeito, claro, o bebê caía duro). Outros preferem as ervas e chás, os remédios homeopáticos, as massagens. Todos os tratamentos de que tenho notícia têm algo em comum: tem de tocar no bebê para dá-lo. O bebê está no berço chorando; a mãe o pega no colo, dá camomila e o bebê se cala. Teria seacalmado mesmo sem camomila, com o peito, ou somente com o colo. Se, ao contrário, inventassem um aparelho eletrônico para administrar camomila, ativado pelo som do choro do bebê, uma microcâmera que filmasse o berço, um administrador que identificasse a boca aberta e controlasse uma seringa que lançasse um jato de camomila direto na boca… Acredita que o bebê se acalmaria desse modo? Não é a camomila, não é o remédio homeopático! É o colo da mãe que cura a cólica.

Taubman, um pediatra americano, demonstrou que umas simples instruções para a mãe (tabela 1) faziam desaparecer a cólica em menos de duas semanas. Os bebês cujas mães os atendiam, passaram de uma média de 2,6 horas ao dia de choro para somente 0,8 horas. Enquanto isso, os do grupo de controle, que eram deixados chorando, choravam cada vez mais: de 3,1 horas passaram a 3,8 horas. Quer dizer, os bebês não choram por gosto, mas porque alguma coisa está acontecendo. Se são deixados chorando, choram mais, se tentam consolá-los, choram menos (uma coisa tão lógica! Por que tanta gente se esforça em nos fazer acreditar justo no contrário?).

Tabela 1 – Instruções para tratar a cólica, segundo Taubman (Pediatrics 1984;74:998)
1- Tente não deixar nunca o bebê chorando.
2- Para descobrir por que seu filho está chorando, tenha em conta as seguintes possibilidades:
a- O bebê tem fome e quer mamar.
b- O bebê quer sugar, mesmo sem fome.
c- O bebê quer colo.
d- O bebê está entediado e quer distração.
e- O bebê está cansado e quer dormir.
3- Se continuar chorando durante mais de cinco minutos com uma opção, tente com outra.
4- Decida você mesma em qual ordem testará as opções anteriores.
5- Não tenha medo de superalimentar seu filho. Isso não vai acontecer.
6- Não tenha medo de estragar seu filho. Isso também não vai acontecer.

No grupo de controle, as instruções eram: quando o bebê chorar e você não souber o que está acontecendo, deixe-o no berço e saia do quarto. Se após vinte minutos ele continuar chorando, torne a entrar, verifique (um minuto) que não há nada, e volte a sair do quarto. Se após vinte minutos ele continuar chorando etc. Se após três horas ele continuar chorando, alimente-o e recomece.

As duas últimas instruções do Dr. Taubman me parecem especialmente importantes: é impossível superalimentar um bebê por oferecer-lhe muita comida (que o digam as mães que tentam enfiar a papinha em um bebê que não quer comer); e é impossível estragar um bebê dando-lhe muita atenção. Estragar significa prejudicá-lo. Estragar uma criança é bater nela, insultá-la, ridicularizá-la, ignorar seu choro. Contrariamente, dar atenção, dar colo, acariciá-la, consolá-la, falar com ela, beijá-la, sorrir para ela são e sempre foram uma maneira de criá-la bem, não de estragá-la.

Não existe nenhuma doença mental causada por um excesso de colo, de carinho, de afagos… Não há ninguém na prisão, ou no hospício, porque recebeu colo demais , ou porque cantaram canções de ninar demais para ele, ou porque os pais deixaram que dormisse com eles. Por outro lado, há, sim, pessoas na prisão ou no hospício porque não tiveram pais, ou porque foram maltratados, abandonados ou desprezados pelos pais. E, contudo, a prevenção dessa doença mental imaginária, o estrago infantil crônico , parece ser a maior preocupação de nossa sociedade. E se não, amiga leitora, relembre e compare: quantas pessoas, desde que você ficou grávida, avisaram da importância de colocar protetores de tomada, de guardar em lugar seguro os produtos tóxicos, de usar uma cadeirinha de segurança no carro ou de vacinar seu filho contra o tétano? Quantas pessoas, por outro lado, avisaram para você não dar muito colo, não colocar para dormir na sua cama, não acostumar mal o bebê?

Lee K. The crying pattern of Korean infants and related factors. Dev Med Child Neurol. 1994; 36:601-7
Hunziker UA, Barr RG. Increased carrying reduces infant crying: a randomized controlled trial. Pediatrics 1986;77:641-8
Taubnan B. Clinical trial of treatment of colic by modification of parent-infant interaction. Pediatrics 1984;74:998-1003

Do livro Un regalo para toda la vida- Guía de la lactancia materna,Carlos González

Tradução: Fernanda Mainier
Revisão: Luciana Freitas

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Escolhas e escola

Posted by on Sep 17, 2012 in Maternidade, Meu Filho, Pensamentos, Vivi | 0 comments

Eu tentei, fiz tudo que pude, dei tudo de mim mas não estava mais funcionando, eu estou ficando irritada, você fica mais choroso e quer mais atenção e ficamos neste loop infinito.

Queria ficar com você até você ter uns 2 anos, mas já não está dando certo e resolvi admitir que talvez seja melhor a gente tentar outra maneira para fazer dar certo. Esta semana vamos começar a adaptação na escolinha, no berçário.

Vai ser só meio período, o suficiente para termos saudades, mas não para morrermos dela.

Sei que você vai ficar bravo comigo no começo, mas acho que depois você vai ver como foi importante. Não sei se vai ser mais difícil pra mim ou pra você.

Deixo você ir para ser ainda melhor mãe pra você.

 

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Dia dos Pais

Posted by on Aug 12, 2012 in Meu Filho, Pensamentos, Vivi | 0 comments

Este post é em homenagem ao melhor pai do mundo: Pedro.

Quando dizem “não basta ser pai tem que participar” estão falando para você, que estava lá a cada contração, que me ajudou a ser forte e conseguir ter o parto do nosso filho.

Estão falando para você que chega em casa todos os dias e vai ficar com o Lucas para que eu possa cozinhar, assistir um pouco de TV, navegar na internet.

Estão falando para você, que me acalma e me ajuda nos momentos difíceis que o Lucas nos faz passar.

Estão falando para você, que nina o Lucas para que eu possa dormir um pouco mais.

Estão falando para você, que está dando comida para o filhote e participando desta fase importante do desenvolvimento do Lucas.

Estão falando para você, que me surpreendeu com seu corujismo e dedicação.

Estão falando para você, o melhor pai do mundo.

Feliz dia dos pais, agora com o Lucas conosco.

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Fim da exclusividade

Posted by on Aug 3, 2012 in Maternidade, Meu Filho, Vivi | 0 comments

Filho chegou a sua hora, sua vida vai mudar, você vai começar a comer. Primeiro as frutas, depois papinhas salgadas, até chegar na comida que apá e mamãe comem (você vai ver que não demora nada). Esse é o começo de um novo ciclo, mas mais importante é o fim de outro: amamentação exclusiva.

Conseguimos atingir nosso segundo objetivo (o primeiro foi o parto normal): amamentação exclusiva até os 6 meses! Vamos continuar mamando até quando você quiser, espero um desmame natural, bi-lateral (e como já disse em outro post não vamos nos separar tão cedo), mas a gente nunca sabe, né?

Nos dias de hoje é muito difícil atingir esta “meta” (estabelecida pela OMS, não por mim), médicos não ajudam (olha a máfia do NAN ai gente), opiniões não ajudam (ele não sai do seu peito, nossa você não faz mais nada da vida e por ai vai), mas nós vencemos. Mesmo tendo nossos problemas.

No começo foi complicado, a gente não sabia fazer direito, eu me machuquei, mas tudo deu certo e engrenamos a amamentação. Mas quando você estava com uns 3/4 meses você começou a dar trabalho, por conta do sono você lutava para mamar, chorava, se jogava pra traz, mas com paciência (eu?) consegui te fazer dormir mais e mamar melhor.

Esse foi nosso caminho até aqui, agora vamos escrever mais uma parte da sua história. Já convidei seu pai para participar: ele vai te dar sua primeira fruta. Assim vamos ver juntos suas reações, suas caretas, vou tirar muitas fotos, prometo.

Update: Ganhei diploma!

 

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Semana Mundial da Amamentação

Posted by on Aug 1, 2012 in Maternidade, Meu Filho, Vivi | 0 comments

Hoje entramos na semana mundial da amamentação, mais uma maneira de divulgar a importância da amamentação dos bebês. No sábado dia 04/08 vai rolar mamaço por todo o Brasil, ainda não sei se vou participar, mas estou apoiando e divulgando o evento.

Este é nosso primeiro ano, não sei se teremos outros, mas espero que sim.

Estava conversando com uma amiga que as campanhas sobre aleitamento não contam a verdade da coisa, não explicam o quanto pode ser difícil e que você tem que persistir, ter paciência e força de vontade. Não fica claro pra nós mães como pode ser complicado  amamentar por mais que a gente queira.

Conheço histórias de sucesso e de fracasso, de semi fracasso e total fracasso. Mas é difícil para nós admitirmos este fracasso, porque é tão natural, é tão fácil, porque não consegui? Esse falsa sensação faz com que muitas mães tenham vergonha de pedir ajuda, vergonha de contar o que está acontecendo para suas amigas e/ou familiares e procuram um caminho mais “facil” (e muitas vezes apoiado por pediatras) que seria a complementação e muitas vezes substituição do leite materno pelo LA.

Se você é gestante procure um grupo de apoio, virtual, real, não importa, se informe, tire dúvidas, não espere o parto para descobrir que você não sabe como fazer.

Se você já está com seu filho e tem problemas procure o banco de leite, se precisar de apoio peça para suas amigas, procure grupos de apoio na internet, você vai descobrir que tem muito mais gente com as mesmas questões que você. Mas não desista, é importante para você e para seu filho.

Ah, quem quiser participar do mamaço procure saber onde vai rolar na sua cidade. Aqui em Ribeirão será no Parque Curupira.

mamaço 2012

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Enrola e desenrola

Posted by on Jul 21, 2012 in Maternidade, Pensamentos | 0 comments

Quando eu era pequena tinha esta coleção de livros que você decidia o que acontecia com a história, escolhendo ir por um caminho ou outro, mas sempre ficava pensando: “e se eu tivesse ido pelo outro caminho”.

Na vida é a mesma coisa, a gente faz escolhas, mas sempre pensa “e se…”.

A maternidade tem colocado muitos “ses” na minha cabeça, mas o maior deles é se eu tivesse em SP com a minha vida de antes, como seria a maternidade?

Hoje compartilho quarto, cama, me dedico integralmente ao Lucas, mas não vejo minhas amigas de SP fazendo isso (posso estar errada), como seria a amamentação prolongada?

Me pergunto até se teria estas preocupações, se teria acesso a estas informações. Não que lá não tenha onde encontrar, muito pelo contrário, mas pelas pessoas que convivia e sua maneira de criar os filhos, não lembro de muitas amigas que tenham amamentado por 6 meses (muito menos mais do que isso), não lembro de amigas que tenham lutado pelo seu parto. Na verdade muitas delas nem filhos tem.

Posso estar errada (enquanto escrevo me lembro da Mi e da Cris, que foram mães 100% para seus filhos), mas essa fome de informação que tenho, esta vontade de fazer mais, de fazer “diferente” me parece muito distante da realidade que vivia em SP.

Mas estou aqui, viemos para o interior na busca de melhor qualidade de vida para termos nossa familia. Viemos em busca disso e estamos conseguindo.

Eu sinto falta de trabalhar, de usar meus neurônios (andam de férias), de fazer outras coisas além de cantar cantigas, brincas e amamentar, mas talvez me arrependa de pensar assim, porque passa rápido, Lucas vai ser mais tempo independente de mim do que dependente, ai vou querer que ele deite no meu colo para ganhar carinho e ele não querer.
Mas a gente sente, não tem muito o que fazer. Enquanto escrevo este post ele brinca ao meu lado e toda vez que a bola rola pra longe paro de escrever para dar a bola de novo na mão dele e ganhar um sorriso. É, em nenhum trabalho remunerado você ganha isso: amor e sorriso de filho.

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5 meses – O post que eu não fiz

Posted by on Jul 10, 2012 in Meu Filho, Vivi | 0 comments

Filho falhei…

Não consegui escrever o post do seu 5º mês de vida. Os motivos são muitos, mas o principal é que você tem exigido MUITO de mim. Você quer que eu fique com você a maior parte do tempo. Tem dias que almoçar ou ir ao banheiro são complicados, mas tem outros que você fica em paz, brincando e rindo.

Você adora o Toulouse, procura por ele, ri quando ele balança o rabo. Tenho certeza que serão ótimos amigos e companheiros.

Fomos para SP no aniversário de 60 anos do seu avô, mas a viagem foi complicada, ficamos cansados e não aproveitamos muito a festa. Mas foi ótima nossa viagem, fomos visitar seus avós paternos, que não te viam desde abril e estavam morrendo de saudades. E você fez a alegria de todos, foi no colo, riu, brincou e eles ficaram mais encantados com você. Você ganhou vários presentes que a rarmoni trouxe da coréia, inclusive DVDs do Pororo.

Você é muito social, ri para todo mundo e tem estranhado menos o colo das pessoas. E todo mundo te elogia, seja pelo tamanho (você tá com mais de 8 kilos e 67 cm) ou pela simpatia. Você está um bebê lindo e gostoso, a gente se diverte juntos (seu pai também).

Como você ganha bastante peso mamando apenas no peito sua pediatra decidiu fazer a introdução ao alimentos só no mês que vem (o que já era meu plano), mas estou me preparando para este momento (vou fazer um post só sobre isso).

Ah, você resolveu sentar e virar, logo logo começa a correria.

Parabéns atrasado, mas em tempo.

 

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